Fonte: SBTonline
quarta-feira, novembro 07, 2012
terça-feira, novembro 06, 2012
Fotos: show em Campo Grande/MS - 04/11/2012
Algumas fotos, no site tem 17 páginas com fotos do show, vale a pena conferir. O link está no final da postagem ;)
Fonte: Emmy
Tico autografando seu livro em Farroupilha/RS - 06/11/2012
Em Farroupilha, hoje tem Tico Santa Cruz na Feira
Em Farroupilha, a 27ª Feira do Livro segue a todo vapor.
Hoje, um dos destaques é a presença do músico e escritor Tico Santa Cruz, do Detonautas, que estará às 20h no palco coberto da Feira, montado junto à Praça da Bandeira, para bater papo com o público e autografar seu livro Clube da Insônia (editora Belas-Letras, 104 pág., R$ 22,90).
Amanhã, no mesmo horário e local, é a vez de outro músico-escritor conversar com o público: Humberto Gessinger, do Engenheiros do Hawaii, que também autografa suas obras, como o recente Nas Entrelinhas do Horizonte (editora Belas-Letras, 160 páginas, R$ 34,90).
A Feira do Livro de Farroupilha prossegue até domingo.
Fonte: Clic RBS
segunda-feira, novembro 05, 2012
Sobre show em Campo Grande/MS - 04/11/2012
Último MS Canta Brasil 2012 leva 35 mil pessoas para o Parque das Nações Indígenas
Campo Grande (MS) – A última edição deste ano do projeto MS Canta Brasil teve muito rock e música sul-mato-grossense com a Banda Detonautas e o cantor e compositor Gilson Espíndola. O evento realizado na tarde de domingo (05 de novembro) no Parque das Nações Indígenas reuniu um público de aproximadamente trinta e cinco mil pessoas.
Aos poucos o público foi tomando conta da arena onde são realizados os shows e logo uma multidão se formou para as atrações da tarde. A banda Detonautas Roque Clube formada em 1997 numa sala de bate-papo nos primórdios da internet, contagiou o público que compareceu. Com músicas do início da carreira e inéditas que ainda serão lançadas no ano que vem, o Detounautas superou a expectativa do público. Esta é a segunda vez qua banda veio a Campo Grande, a primeira foi em 2004.
O show realizado foi no mesmo formato que fizeram no Rock in Rio. No palco foram utilizados recursos multimídia e começaram a atração com a música “Mercador”, também cantaram “Quando o sol se for” uma das músicas lançadas no início da banda e ainda interpretaram sucessos de outras bandas como o Legião Urbana, cantando “Pais e Filhos” e “Que pais é esse” onde o vocalista Tico Santa Cruz citou a Amazônia e pediu para que o público reflita sobre o destino desse que é o maior patrimônio natural do Brasil.
Cantaram ainda sucessos do Grupo Rappa e de Raul Seixas homenageando o rock brasileiro. Outros sucessos da banda como “Você me faz tão bem” e “Olhos Certos” fizeram os fãs vibrarem e a interagirem com o vocalista da banda. Também interpretaram novas canções como “Vamos Viver” e “Essa Noite”, esta última ainda será gravada no ano que vem numa produção independente da banda.
Fonte: Fundação de Cultura - MS
Governo do Estado contraria Justiça e continua a realizar shows no Parque das Nações
Evelin Araujo
O Parque das Nações Indígenas, criado como um espaço de preservação ambiental, tem sido utilizado há onze anos para a realização de shows com altos decibéis por falta de uma arena multiuso em Campo Grande, medida que contraria uma ação civil pública de 2001.
Nesta segunda-feira (05), após o show do Detonautas Roque Clube, promovido pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, o Parque das Nações Indígenas acordou com uma cena considerada já comum após os shows mensais do 'MS Canta Brasil': muita sujeira espalhada pelo local, que é de conservação ambiental e que não deveria ser utilizado em eventos de entretenimento desta proporção.
A utilização com outros fins revolta quem utiliza o parque como lazer. A estudante Talita Araújo, de 18 anos, reclama que após os shows não se vêem animais pelo parque. “Os bichinhos ficam assustados com tanto barulho e sujeira. Além do mais, quem vem depois de um show vê que fica imundo o parque. Quando alguém vem limpar, os papéis e plásticos já voaram para o lago”.
Auxiliar administrativo, Carlos Alexandre Pereira Felix, de 27 anos, é contra a realização de shows no Parque. “Não pelo barulho em si, mas pela sujeira que fica depois. É um lugar de contemplação, de interação do homem com a natureza, não pode ser usado e deixado assim pelas pessoas. Já tinha que ter um lugar apropriado para isso”.
O problema é que este tipo de uso é ilegal desde a ação civil pública n° 0054659-15.2001. A causa já foi ganha no STJ e, mesmo assim, ainda é contrariada pelo Governo do Estado.
Alegações
Segundo explicação da assessoria jurídica do juiz Amaury Kuklinsky, a alegação do poder público é de que nos autos consta que a proibição é para o entorno do Parque.
A alegação já foi contestada na própria ação pelo juiz. “A sentença proferida nos autos a que se refere esta execução tem por objeto a área compreendida entre a Avenida Afonso Pena e o Parque das Nações Indígenas, abrangendo, por obviedade, a área interna do referido Parque, onde será realizado o show ora noticiado, pois não teria lógica proteger a área em volta do Parque e não inclui-lo nessa proteção”, relatou o juiz Amauri Kuklinsky na decisão.
A sentença já foi proferida e a briga judicial é para que o Governo do Estado apenas cumpra uma decisão judicial.
Acrissul X Parque das Nações Indígenas
Outra questão é levantada em relação a diferença de entendimentos aplicados aos lugares que estão sob os cuidados privados e do poder público, como é o caso da proibição de shows da Acrissul no Parque de Exposições Laucídio Coelho e de shows promovidos pelo Estado no Parque das Nações Indígenas.
O juiz da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Homogêneos autorizou a Acrissul a realizar shows em 2012, pela tradição de anos e pelo apreço da população aos shows que eram realizados, que atraiam a população de outras cidades e inclusive de outros Estados.
Mas o entendimento do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) não foi o mesmo, sob a alegação de que a realização do evento é uma espécie de poluição ambiental com peculiar com caráter nocivo, “pois, apesar de não ser palpável, perturba a mente, abala o equilíbrio, deteriorando o meio ambiente social, prejudicando a saúde e o bem-estar”, de acordo com o desembargador Josué de Oliveira.
Na mesma ação do Parque das Nações Indígenas, o juiz questiona. “Se a exigência aos cânones legais é feita ao particular, com muito maior razão, a Administração Pública deve ser a primeira a dar o exemplo, muito embora não exija licenças e alvarás de si mesma, por questões óbvias”.
Até o fechamento desta matéria a assessoria de comunicação do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul não respondeu ao jornal os motivos pelos quais a administração pública mantém os shows proibidos.
Fonte: Midia Max News
Governo do Estado contraria Justiça e continua a realizar shows no Parque das Nações
Evelin Araujo
O Parque das Nações Indígenas, criado como um espaço de preservação ambiental, tem sido utilizado há onze anos para a realização de shows com altos decibéis por falta de uma arena multiuso em Campo Grande, medida que contraria uma ação civil pública de 2001.
Nesta segunda-feira (05), após o show do Detonautas Roque Clube, promovido pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, o Parque das Nações Indígenas acordou com uma cena considerada já comum após os shows mensais do 'MS Canta Brasil': muita sujeira espalhada pelo local, que é de conservação ambiental e que não deveria ser utilizado em eventos de entretenimento desta proporção.
A utilização com outros fins revolta quem utiliza o parque como lazer. A estudante Talita Araújo, de 18 anos, reclama que após os shows não se vêem animais pelo parque. “Os bichinhos ficam assustados com tanto barulho e sujeira. Além do mais, quem vem depois de um show vê que fica imundo o parque. Quando alguém vem limpar, os papéis e plásticos já voaram para o lago”.
Auxiliar administrativo, Carlos Alexandre Pereira Felix, de 27 anos, é contra a realização de shows no Parque. “Não pelo barulho em si, mas pela sujeira que fica depois. É um lugar de contemplação, de interação do homem com a natureza, não pode ser usado e deixado assim pelas pessoas. Já tinha que ter um lugar apropriado para isso”.
O problema é que este tipo de uso é ilegal desde a ação civil pública n° 0054659-15.2001. A causa já foi ganha no STJ e, mesmo assim, ainda é contrariada pelo Governo do Estado.
Alegações
Segundo explicação da assessoria jurídica do juiz Amaury Kuklinsky, a alegação do poder público é de que nos autos consta que a proibição é para o entorno do Parque.
A alegação já foi contestada na própria ação pelo juiz. “A sentença proferida nos autos a que se refere esta execução tem por objeto a área compreendida entre a Avenida Afonso Pena e o Parque das Nações Indígenas, abrangendo, por obviedade, a área interna do referido Parque, onde será realizado o show ora noticiado, pois não teria lógica proteger a área em volta do Parque e não inclui-lo nessa proteção”, relatou o juiz Amauri Kuklinsky na decisão.
A sentença já foi proferida e a briga judicial é para que o Governo do Estado apenas cumpra uma decisão judicial.
Acrissul X Parque das Nações Indígenas
Outra questão é levantada em relação a diferença de entendimentos aplicados aos lugares que estão sob os cuidados privados e do poder público, como é o caso da proibição de shows da Acrissul no Parque de Exposições Laucídio Coelho e de shows promovidos pelo Estado no Parque das Nações Indígenas.
O juiz da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Homogêneos autorizou a Acrissul a realizar shows em 2012, pela tradição de anos e pelo apreço da população aos shows que eram realizados, que atraiam a população de outras cidades e inclusive de outros Estados.
Mas o entendimento do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) não foi o mesmo, sob a alegação de que a realização do evento é uma espécie de poluição ambiental com peculiar com caráter nocivo, “pois, apesar de não ser palpável, perturba a mente, abala o equilíbrio, deteriorando o meio ambiente social, prejudicando a saúde e o bem-estar”, de acordo com o desembargador Josué de Oliveira.
Na mesma ação do Parque das Nações Indígenas, o juiz questiona. “Se a exigência aos cânones legais é feita ao particular, com muito maior razão, a Administração Pública deve ser a primeira a dar o exemplo, muito embora não exija licenças e alvarás de si mesma, por questões óbvias”.
Até o fechamento desta matéria a assessoria de comunicação do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul não respondeu ao jornal os motivos pelos quais a administração pública mantém os shows proibidos.
Fonte: Midia Max News
domingo, novembro 04, 2012
Show em Campo Grande/MS - 04/11/2012
Banda Detonautas faz show amanhã no MS Canta Brasil
Detonautas leva rock ao MS Canta Brasil deste domingo
As composições de rock dos Detonautas e as melodias da música sul-mato-grossense na voz do cantor Gilson Espíndola serão atrações amanhã do projeto MS Canta Brasil.
Os shows começam às 17h30 no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. A entrada é franca.
A banda para a maioria é lembrada na batida do “Ainda vou te levar pra outro lugar além do céu e o mar, onde eu possa te ver, te amar, o tempo vai ser maior...”. Mas também transformou em hits “Quando o Sol Se For" e "Olhos Certos".
Depois de 12 anos de carreira, o Detonautas Roque Clube grava o quinto CD em estúdio e as músicas inéditas já estão no repertório dos shows.
Fonte: Campo Grande News
Detonautas faz show com entrada gratuita neste domingo em Campo Grande
O rock do Detonautas é atração gratuita neste domingo (4) na quarta edição do MS Canta Brasil de 2012. Os shows começam a partir das 17h30 no Parque das Nações Indígenas. A abertura do evento será de Gilson Espíndola.
Com vários álbuns gravados no estúdio, uma mini-turnê pelo Japão, em 2010, e a entrada, em maio de 2011, no RockWalk Brasil (a calçada da fama do rock brasileiro), a banda Detonautas tem inúmeros seguidores pelo país.
Já o aquidauanense Gilson Espíndola leva ao Parque das Nações Indígenas influências do blues, samba e bossa nova, além do som regional da família Espíndola.
O MS Canta Brasil tem como objetivo homenagear os Estados brasileiros por meio da música, promovendo a integração de artistas regionais com consagrados nomes da música nacional. A 4ª edição do projeto MS Canta Brasil, traz à Campo Grande a banda de rock Detonautas. O show está previsto para começar às 17h30 deste domingo (04) no Parque das Nações Indígenas, a entrada é franca.
O cantor sul-matogrossense Gilson Espíndola também se apresentará no evento. Gilson tem em sua vasta bagagem influências do blues, samba e bossa nova, além de uma especial admiração pelo trabalho de Geraldo Espíndola, que com os irmãos Celito, Tetê e Alzira formavam o “Lírio Selvagem”, reconhecido nacionalmente no final da década de 70.
Detonautas Roque Clube
Em uma das inúmeras salas de bate-papo do precário início da internet discada no Brasil, os jovens Luis Guilherme e Eduardo Simão se encontraram. E a simples pergunta de Luis “Alguém aí toca algum instrumento?”, respondida em seguida por Eduardo, foi a semente para a transformação total da vida de ambos – Tico Santa Cruz e Tchello – e a senha para a formação da banda que, misturando o sol do Rio de Janeiro a madrugadas, ora de festa, ora de introspecção em quartos trancados, tomou de assalto o País sob o nome de Detonautas Roque Clube.
Após o contato virtual, a hora da realidade. O mineiro Tchello saiu de Ilhéus, no litoral baiano, onde administrava uma pousada, e foi para o Rio, onde passou a tocar com Tico nas diversas formações anteriores do grupo. Com a entrada dos guitarristas Renato Rocha e Rodrigo Netto, do baterista Fábio Brasil e do DJ Cléston, o Detonautas chegou à sua escalação clássica que, após a gravação de uma demo, entrou em campo com o disco Detonautas Roque Clube, lançado pela Warner Music em 2002.
Depois de uma miniturnê pelo Japão, em 2010, e da entrada, em maio de 2011, no RockWalk Brasil, a calçada da fama do rock brasileiro, a banda vive o processo de gravação de seu quinto álbum de estúdio. Enquanto o trabalho, independente, vai ganhando forma, músicas como Sexo Tântrico já poderão ser conferidas no show do grupo em Campo Grande.
Fonte: RBV News
segunda-feira, outubro 29, 2012
Esclarecimento: Problemas no blog
Quero dizer que:
1) Esse blog tem suma importância em minha vida, e eu não pretendo deixar com que ele seja esquecido ou fique desatualizado;
2) Sei que muita gente gosta de mim e do meu trabalho, aos que não agradeço mesmo assim e deixo todo meu respeito;
3) O blog está atualizado mas um engraçadinho (ou engraçadinha) conseguia burlar minha senha e sabotar, mas isso agora foi resolvido, porém terei um bom trabalho para deixar tudo em ordem mais uma vez, mas o trabalho não me assusta.
De resto,
Agradeço a todos que sempre me deram apoio!
Força. Fé. Coragem.
Seguimos!
Show em Campo Grande/MS - 04/11/2012
Detonautas é atração da 4ª edição do MS Canta Brasil
Por: Renata Santos - Capital News (www.capitalnews.com.br)
A banda de Rock Detonautas se apresenta no próximo dia 4 de novembro na quarta edição do MS Canta Brasil de 2012. O evento é realizado pelo governo do Estado de Mato Grosso do Sul, através da Fundação de Cultura.
Além das composições de rock dos Detonautas o sul-mato-grossense Gilson Espíndola garante embalar o público. O projeto que tem mobilizado os amantes da cultura regional desde 2007 e prestigia a Música Popular Brasileira e os talentos locais. Os shows começam a partir das 17h30 no Parque das Nações Indígenas e a entrada é franca.
Fonte: Capital News
Trote para Tico Santa Cruz
Sinceramente não sei de quando é isso, mas confesso que eu ri muito e só achei hoje.
Vídeo: Essa noite - Canoinhas/SC -28/10/2012
quinta-feira, outubro 18, 2012
Bandas buscam tocar com os músicos do Detonautas
Bandas buscam tocar com os músicos do Detonautas
POR LEANDRO SOUTO MAIOR
Rio - Abrir o show do Detonautas no palco do Imperator, no Méier, e passar um fim de semana gravando no badalado estúdio Toca Do Bandido, no Itanhangá. Oportunidades de ouro para grupos de rock que batalham no underground carioca, esses são os prêmios para as duas bandas que se consagrarem no festival Nova Música Brasileira, que tem semifinais hoje e amanhã, no Espaço Sérgio Porto.
Duas bandas vencedoras de cada dia disputam a finalíssima no dia 24, no mesmo local. Elas passaram por uma peneira que contou com eliminatórias nas Lonas Culturais de Jacarepaguá, Vista Alegre, Bangu e Maré.
“Esta é a segunda edição do evento, que em 2011 ficou concentrado apenas na Lapa. A ideia é expandir geograficamente pela cidade, e até pelo Estado. Ano que vem, vamos fazer eliminatórias em cidades do interior”, promete o organizador do Nova Música Brasileira, Armando Lisboa.
Tocam hoje, a partir das 20h no Sérgio Porto: Pedras Pilotáveis, Fuzzcas, Canto Cego, T-Remotto, Five Ways e Paradoxo Delta.
Fonte: O Dia
domingo, setembro 16, 2012
sábado, setembro 15, 2012
'Nada em obsessão é legal, nem mesmo o sexo', diz Tico Santa Cruz
'Nada em obsessão é legal, nem mesmo o sexo', diz Tico Santa Cruz
O cantor conversou com o programa 'Penetra', do canal Sexy Hot. A entrevista vai ao ar neste sábado, 15, às 20h.
"Nada em obsessão é legal, nem mesmo o sexo", disse Tico Santa Cruz em entrevista para o programa "Penetra", do canal Sexy Hot. Ele, que também escreve contos eróticos, contou como se inspira para elaborar as histórias picantes e disse que também usa das suas experiências pessoais. “A graça para o leitor é essa, descobrir o que é verdade e o que é fruto da minha imaginação”, falou ele.
O cantor contou sobre a sua experiência com um brinquedo erótico que reproduzia as partes íntimas femininas. "Foi constrangedor num primeiro momento. Nunca tinha tido relação de fetiche com brinquedos antes, por isso fiquei um tempo até decidir que iria de fato experimentar e interagir com o objeto. No fim das contas foi bem divertido e bem melhor do que imaginava", confessou Tico.
Em vídeo especial para as redes sociais, Tico ainda revelou detalhes sobre a sua primeira vez, como foi ficar 25 dias sem sexo durante o programa "A Fazenda" e que Led Zeppelin é a melhor trilha sonora para se ouvir durante o sexo. A entrevista com Tico Santa Cruz vai ao ar neste sábado, 15, às 20h, no canal Sexy Hot.
Fonte: Ego
'Foi constrangedor' fala Tico sobre brinquedo erótico
Tico Santa Cruz fala da primeira vez com brinquedo erótico: 'Foi constrangedor'
Tico Santa Cruz revela como foi sua primeira experiência com um brinquedinho erótico bem inusitado: uma réplica de uma região pra lá de especial de uma atriz pornô americana. "Foi constrangedor num primeiro momento. Nunca tinha tido relação de fetiche com brinquedos antes, por isso fiquei um tempo até decidir que iria de fato experimentar e interagir com o objeto. No fim das contas foi bem divertido e bem melhor do que imaginava", confessou o cantor, em entrevista ao programa “Penetra”, do canal Sexy Hot.
O artista conta ainda detalhes de sua primeira vez. “Eu tinha mais ou menos 15 anos e nenhum dos dois tinha experiência. Imaginei que fosse acontecer algum milagre depois da primeira vez, que seria uma grande transformação. Mas não foi nada disso, o que me deixou um pouco frustrado”, diz.
Fonte: Extra - O Globo
Tico e o Rebu em Salvador - 20/09/2012
![]() |
| Foto: Marco Macedo |
Cantor do Detonautas fará versões de canções de artistas nacionais e internacionais
Com o projeto Tico Santa Cruz e o Rebu, o cantor do Detonautas se apresenta no dia 20 de setembro, no Zen – Dining & Music, no Rio Vermelho. Tico vai apresentar versões de canções de Zé Ramalho, Mutantes, Raul Seixa, Barão Vermelho. E, também de artistas internacionais como, Pearl Jam, The Doors, Jimi Hendrix e The Cult.
A banda que acompanha o cantor é formada por mais dois integrantes do Detonautas, o guitarrista Renato Rocha e o baterista Fábio Brasil, além do guitarrista Claudio Paradise e o baixo de Macca.
O show acontece na quinta-feira (20), com ingressos a R$50 (masculino) a R$30 (feminino). Reservas de mesas podem ser feitas no 3335-3335.
Fonte: Varela Notícias
O cantor fará versões de canções de Zé Ramalho, Mutantes, Raul Seixas, além de Pearl Jam, The Doors, Hendrix e The Cult
O vocalista do grupo Detonautas Tico Santa Cruz desembarca em Salvador com o projeto Tico Santa Cruz e o Rebu, onde apresenta versões de clássicos do rock nacional e internacional, quinta-feira, dia 20 de setembro, no Zen - Dining & Music, no Rio Vermelho. O couvert varia de R$50 (masculino) a R$30 (feminino). As reservas de mesas podem ser feitas pelo 3335-3335.
O cantor fará versões ‘a flor da pele’, como o próprio artista traduz o projeto independente Tico Santa Cruz e o Rebu. O roteiro do show conta com canções de Zé Ramalho, Mutantes, Raul Seixas e Barão Vermelho, além de Pearl Jam, The Doors, Hendrix e The Cult.
O Quinteto é formado por mais dois integrantes do Detonautas, o guitarrista Renato Rocha e o baterista Fábio Brasil e conta com o guitarrista Claudio Paradise, líder da banda Gametas - do cenário independente carioca - e no baixo Macca.
O Rebu
"O nome Rebu vem de um disco de Raul Seixas, figura presente na minha formação musical. Estamos viajando o país com essa turnê apresentando aos amantes do rock o melhor do estilo. O show é um baile de Rock’ n Roll para quem curte guitarras e bateria”, revela Tico, que está completando vinte anos de carreira e vinte discos lançados com sua banda, que se apresentou no palco principal do último rock in Rio.
Tico Santa Cruz e o Rebu
Quando - quinta-feira, dia 20 de setembro de 2012
Local - Zen Dining & Music (Rua Conselheiro Pedro Luiz nº 311, Rio Vermelho)
Informações - 3335-3335
Valor - R$ 50 (masculino) e R$30 (feminino)
Horário - 21h
Fonte: iBahia
Assinar:
Postagens (Atom)
















