No “mapa musical”, basta clicar no ponto correspondente à cidade escolhida e fazer login no serviço para ser direcionado a uma listagem com as músicas preferidas dos ouvintes do local. Detonautas aparece na cidade de Manaus com as músicas "Você me faz tão bem", "Ela é demais" e "Olhos certos".
Para acessar o Musical Map e conferir o que está no top de sua cidade é só clicar aqui.
Letra: Claudio Paradise e Tico Santa Cruz
Música: Claudio Paradise e Detonautas Roque Clube
Gravado no Mobilia Space/RJ por Lisciel Franco.
Produzida por Detonautas Roque Clube.
Mixada por Lisciel Franco e masterizada por Steve Corrao, Sage Audio - Nashville/TN.
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No Local sujeito a disponibilidade e preço.
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O Lucas foi conferir o show do Detonautas Roque Clube junto com a Far From Alaska em Belo Horizonte em mais um episódio do ROCK TALK BRASIL. O vídeo saiu na Whiplash.net.
Clicando aqui, você encontra o que o Lucas disse sobre o dia em questão.
Desde Sempre Prontos Para Detonar – Entrevista Renato Rocha (Detonautas Roque Clube)
A internet não ajudou apenas a divulgar o trabalho de bandas e artistas do meio musical, mas contribuiu também diretamente para a formação de novos grupos. É o caso do Detonautas Roque Clube, criado em uma sala de bate-papo online em 1997. Hypado no início da carreira, o conjunto viu suas composições tornarem-se hits nas FMs do Brasil e seus videoclipes serem exibidos freneticamente na MTV para, em seguida, ser deixado de lado pela mídia. Até aí tudo bem, já que esse é o ciclo do show business. O golpe mesmo ocorreu em 2006, quando o guitarrista Rodrigo Netto foi morto em uma tentativa de assalto. Mesmo abalado, o sexteto carioca não abandou a carreira. E, hoje, tem orgulho ao olhar para trás e perceber o legado que construiu.
Demorou bastante até eu conseguir ir pela primeira vez em um show do Detonautas. Não por falta de vontade – virei fã da banda em 2011, depois de escutar, meio por acaso, o segundo álbum deles, “Roque Marciano” de cabo a rabo. Chegou a rolar uma oportunidade no Festival GO Music Rock em 2013, em Goiânia, mas a péssima organização do evento deixou uma má impressão.
O Detonautas Roque Clube é o tipo de banda que, como muitas, acaba se destacando na mídia com hits que nem sempre representam bem o conjunto da obra. Músicas como “Outro Lugar” ou “Quando o Sol se For” (que não são, nem de longe, minhas favoritas – mas que, compreendo, terão sempre seu lugar cativo no coração de Tico Santa Cruz e companhia) formaram a primeira impressão a ouvintes do Brasil todo que, até hoje, insistem em classificá-los como banda de revolta/amor adolescente – sem parar para ouvir pérolas como “No Escuro o Sangue Escorre”, “Sabemos Fingir” e “Conversando com o Espelho”.
Ingressos:
Área Vip (somente acesso a bar exclusivo, não é open bar) R$60,00
Pista 1º lote R$ 35,00
Pista 2º lote R$ 40,00
Meia-entrada 2º lote R$20,00
Venda de ingressos:
BEBI FÁCIL;
BISCOITERIA AVENIDA
CERVEJA. COM
PALLADARES
BEBI + 15 HORAS
ESPAÇO AVENIDA
WF MAGAZINE
Saíram várias notícias sobre a participação do Tico na Salipi, aqui na página uma delas do site O Olho e no final, links para as outras e um trecho em vídeo.
Tico Santa Cruz fala sobre legalização de drogas e redução da maioridade no PI
Bate-papo aconteceu durante a 13ª edição do Salão do Livro do Piauí. Cantor debateu com participante da plateia e chegou a abraça-la depois
São 19h15, estamos no espaço “Cine Teatro” da Universidade Federal do Piauí (UFPI) para participar de um bate-papo com o cantor, compositor, blogueiro e escritor Luis Guilherme Brunetta Fontenelle de Araújo. Não ligou o nome à figura? É porque ele é mais conhecido como Tico Santa Cruz. Conhecido pelo sucesso na banda de rock Detonautas, onde é vocalista, Tico não esteve no Piauí para cantar, e sim para falar dos seus livros (sem deixar, claro, de passear por temas polêmicos, que ele debate com propriedade como um dos principais interlocutores da juventude brasileira, especialmente nas redes sociais).
O cantor e escritor participou na noite de terça-feira (09/06) da 13ª edição do Salão do Livro do Piaui (Salipi). Famoso por suas letras e polêmicas, ele causou euforia entre o público, em sua maioria, de jovens e adolescentes de 16 a 20 anos, na sala com aproximadamente 400 pessoas.
Neto de piauiense, Tico Santa Cruz, logo no início, fala do prazer em voltar à cidade natal de seu avô. “Tenho participado de várias feiras literárias pelo Brasil e fico feliz em voltar ao Piauí. Tenho família em Teresina. Já estive aqui para fazer música e agora voltar para falar sobre literatura é muito bom”, inicia o bate papo que durou pouco mais de duas horas.
O professor Wellington Soares foi o responsável pela mediação do bate-papo. Durante a conversa, Tico Santa Cruz falou sobre o seu lado acadêmico, interesses políticos, literários e inspirações na música. Embora não tenha concluído um curso superior, o músico prestou vestibular para Cinema, Artes Cênicas, Comunicação Social, e chegou a cursar alguns deles.
“Tinha interesse em ser jornalista da área de ciências políticas. E achei que fazendo comunicação poderia me inserir no mercado e fazer, mas o Detonautas já existia e acabei não concluindo o curso porque me dediquei exclusivamente à banda”, relembra.
Em sua carreira, Tico conta que tem como inspiração musical Raul Seixas, Cazuza e Renato Russo.
“NÃO SOU SÓ MÚSICO”
Durante o bate-papo, o cantor falou que a ideia de produzir literatura surgiu entre 2003 e 2004. “Nós, músicos, temos uma vida muito solitária. Ficamos rodeados de pessoas, mas a maior parte do tempo que temos é de solidão. E quando eu descobri essa ferramenta da internet, o blog, decidi começar a escrever nele e aproveitar meu tempo. Muitos chegam a me perguntar porque não escrevo sobre música já que sou músico. Mas, eu não sou só um músico”, relata.
Clube da Insônia
As pessoas que acompanhavam as crônicas, poesias e história de Tico Santa Cruz em seu blog, com o passar do tempo, quiseram ter o material publicado em uma plataforma física. Para isso, o cantor procurou uma editora e fez seu primeiro livro utilizando o material que já tinha escrito.
“Os contos, poesias, crônicos que eu tinha publicado no meu blog já dava para produzir uns dez ‘Clube da Insônia’, mas fizemos uma seleção através da internet e colocamos as melhores na primeira edição”, relembra.
Logo nos primeiros meses, o livro vendeu mais de três mil copias. Para a época, segundo o compositor, um grande número. “Brasileiro lê pouco. Temos pouco o hábito da leitura. E para vender nos primeiros meses essa quantidade de exemplares, para uma editora independente, foi um bom começo.”
Tesão
Sua segunda obra fala sobre poesias eróticas. “É um gênero que eu gosto de me expressar e de ler. E em ‘Tesão’ há uma mistura de relatos, coisas que vive, fantasias, histórias que não se concretizaram, desejos. Eu acho que o ‘Tesão’ veio em um momento em que o público estava voltado para isso. Por conta do livro ‘Cinquenta Tons de Cinza’”.
Pólvora
Pólvora é o terceiro livro de Tico. Trata-se de um romance policial. Inicialmente, a obra foi publicada em um blog para que a equipe do cantor tivesse acesso à quantidade de leitores. E logo nos primeiros meses, o livro teve um alcance de 300 mil pessoas.
“Depois do resultado, tentei publicar ele por duas grandes editoras do Brasil, mas elas não quiseram. Acharam pesado o conteúdo. Quando eu consegui publicar foi uma vitória para mim. Foi muito complicado de escrever. Tem questões políticas, temas que são tabus na sociedade como o sexo e a droga. E no final ainda deixo um precedente para que eu possa dar continuidade a um segundo volume”, conta.
E fugindo um pouco da literatura, o mediador do bate-papo questionou o músico com uma frase que Tico havia dito há meses: “Em vez de ir pra rua pedir impeachment, a gente deveria ir pra pedir reforma política”.
“VOCÊ ACHA QUE A REFORMA POLÍTICA VAI ACONTECER, MESMO?”
“Se for conduzida por Eduardo Cunha espero que não. Estamos observando que assim como outras pessoas, o Eduardo Cunha esta aproveitando esse ódio ao PT para fazer uma mobilização de massa muito fácil. Politica no Brasil é como torcida de futebol, se você não está de um lado é porque você é do outro time. E enquanto ainda tivermos essa ideia de tratar política como uma torcida de futebol na nossa cabeça. Vai ficar complicada a reforma política”, opina o músico.
Impeachment
Sobre a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), Tico Santa Cruz alerta para que os brasileiros fiquem atentos. Segundo ele, é importante saber o que é, a quem interessa e quem está por trás desse tipo de movimento.
“O Brasil acha que vive numa monarquia. Tipo, se tirar o presidente está resolvido o problema. Se fosse fácil assim, estava mole. Eu acho isso uma burrice. Essas pessoas pensam de uma maneira limitada. Quando falamos de reforma política falamos da participação da população quanto a isso. Não adianta só votar e esquecer que é cidadão e tem responsabilidade com tudo que acontece no país. Nesse momento o impeachment é uma perca de tempo”, declara.
Redução da Maioridade Penal
Com o grande número de infrações que vêm sido cometidas por adolescentes, o Brasil hoje vive um projeto de lei que visa à redução da maioridade penal de 18 anos para 16. Contra, declarado, Tico Santa Cruz afirma que o projeto não é uma boa ideia. Segundo ele, o erro seria misturar adolescentes com presidiários adultos. Isso só iria prejudicar ainda mais a vida do menor de idade, de acordo com o cantor.
Durante seu discurso, Tico foi interrompido por uma mulher sentada nas primeiras cadeiras da plateia. “Não precisa ele ser preso, Tico. A internet está ai. Eles têm acesso a tudo”, interrompe. “A criança de hoje não é mais a mesma. São adolescentes menores infratores”.
No entanto, o músico rebate a opinião da mulher dizendo que não se resolveria o problema apenas misturando os menores infratores com os adultos. “Você acha que ele ser tratado como um adulto e ser preso e conviver como um de maior irá ajuda-lo? A pena máxima que ele pode pegar é de 10 anos, quando ele sair você acha que ele terá mudado? Não! O pais precisa investir é em reeducação. Para que esses adolescentes possam ser reinseridos na sociedade e não misturá-los a outros infratores”, afirma.
Tico acredita que o menor será aliciado dentro da cadeia e com isso ele terá que trabalhar com as gangues a troco da própria vida e sobrevivência dentro do presídio.
Contudo, a mulher alega que os infratores menores de idade deveriam ser responsabilizados por seus atos. Segundo ela, não é justo um menor matar outra pessoa e passar três anos sendo “educado” para socializar novamente na sociedade.
Tico Santa Cruz, embora seja contra a redução da maioridade penal, disse que não concorda com a posição da mulher, mas respeita a opinião dela.
Para provar que não se trata de uma questão pessoal, Tico pediu para dar uma abraço na mulher com quem ele debateu (Foto: Nataniel Lima/ O Olho)
Legalização das drogas
Durante o bate-papo, o músico foi questionado sobre a legalização a maconha. Tico diz que é completamente a favor da legalização das drogas e não só da maconha. “Porque o dinheiro dos impostos que recolheríamos poderia ser investido em informação, conhecimento, educação e em maneiras que pudéssemos respaldar os jovens. Para que eles pudessem ter acesso à informação e tivesse conhecimento a ponto de escolha. E assim removeríamos 60% da população carcerária do país que são crimes voltados ao tráfico de drogas”, informa.
Por volta das 21h, o bate-papo com o cantor foi encerrado e aberto para perguntas da plateia, o que durou pouco mais de 30 minutos. E, finalizando sua participação na 13ª edição do Salão do Livro do Piauí, Tico Santa Cruz deixou um recado para os que participaram da conversa: “Não esperem as coisas acontecerem. Façam acontecer.”
A noite de sábado (30) foi de show e também de protesto na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, durante o Festival Estação Pedreira. Tico Santa Cruz, do Detonautas, se manifestou a favor dos professores em greve no Paraná. E teve o apoio do público. O fato foi registrado também no Facebook do artista.
Vocalista da banda Detonautas fala sobre a sua carreira literária e conta como surgiu a ideia de escrever um romance policial, com mais de 100 mil downloads
Foto: Vinicius Duprat
O programa Sempre Um Papo, exibido semanalmente há dez anos, pela TV Câmara, apresenta o músico e escritor, Tico Santa Cruz, para o debate e o lançamento do livro “Pólvora” (Ed. Belas-Letras). No encontro, o músico fala sobre a sua carreira literária e conta como surgiu a ideia de escrever esse romance policial, que se tornou um sucesso na internet, com mais de 100 mil downloads.
Tico Santa Cruz nasceu em 1977, no Rio de Janeiro. Cursou Ciências Sociais na UFRJ, Comunicação e Educação Física. Em 1997 formou a banda de rock brasileiro Detonautas Roque Clube, com cinco discos e três DVDs lançados, com mais de 500 mil cópias vendidas. Seu primeiro livro, "Clube da Insônia", também da Belas-letras, saiu em 2012, com textos reunidos de seu blog, que já ultrapassa a marca de 15 milhões de visualizações. Em 2013, lançou seu segundo livro,"Tesão", de poesias e textos eróticos. Foi colunista do jornal carioca O Dia, entre 2007 e 2009. Formou o grupo de performance cultural Voluntários da Pátria que, desde 2006, trabalha com literatura, teatro e música, com temas relacionados a política e cidadania, levando debates a escolas, universidades e presídios. Com uma atuação bastante relevante nas redes sociais, Tico Santa Cruz posta diariamente textos em seu Facebook, com cerca de meio milhão de seguidores.
O cantor e líder da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, é uma das presenças confirmadas no 13º SaliPi, para o 18º Seminário Língua Viva. Ele é autor de “Clube da Insônia” (2012), “Tesão” (2013) e “Pólvora, chumbo e sexo” (2014), uma obra de ficção que envolve erotismo, suspense e diversas críticas sociais. Por essa e outras atrações, o evento estará imperdível, SaliPianos!
Onde?
Espaço Rosa dos Ventos - Universidade Federal do Piaui
NORMAS DE PARTICIPAÇÃO NO 18º SEMINÁRIO LÍNGUA VIVA
A participação no 18º Seminário Língua Viva se dá com inscrição prévia (não serão feitas inscrições durante o SALIPI, na Universidade Federal do PiauíUFPI) efetuada pelo site: www.salipi.com.br ou na sede da Fundação Quixote;
A taxa de inscrição tem o valor de R$ 50,00 (cinquenta reais), pelo total das palestras, não havendo descontos nem venda de ingressos avulsos para palestras específicas;
A entrega das credenciais será realizada a partir do dia 05 de junho de 2015 às 19h na abertura do evento na UFPI;
Os cartões de entrada serão entregues, exclusivamente, ao titular, mediante apresentação do documento de identificação e do comprovante de inscrição;
Só receberá Certificado de participação no 18º Seminário Língua Viva o participante que obtiver frequência obrigatória de 70% do total da carga horária de todas as palestras;
O controle de frequência será efetuado eletronicamente;
Não haverá justificativa para falta, atraso ou saída antecipada;
O 18º Seminário Língua Viva corresponde às palestras dos turnos manhã e noite;
No turno da tarde, o participante fica livre para visitar a Feira de Livros, as exposições de arte, os acontecimentos do Bate-Papo Literário, bem como participar dos Fóruns Temáticos (entrada franca) ou das Oficinas;
Os certificados serão expedidos pela Universidade Federal do Piauí, em parceria com a Fundação Quixote;
No ato da inscrição, o participante deve conferir seus dados, constantes no cadastro de inscrição;
Os casos omissos serão resolvidos pelos Coordenadores do SALIPI, não cabendo recurso.